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Instituto Anchor

Equipe

A equipe do Instituto Anchor

Psiquiatria, anestesiologia e psicologia clínica sob o mesmo critério: cada decisão sobre indicação, infusão e acompanhamento é avaliada individualmente, com responsabilidade clínica compartilhada.

Profissionais do Instituto Anchor

Dr. João Victor

Dr. João Victor

CRM-MG 71304 | RQE 59605 · PSIQUIATRA

Médico psiquiatra com formação em psiquiatria intervencionista, Dr. João Victor fundou o Instituto Anchor a partir de uma inquietação clínica: muitos pacientes chegavam ao consultório depois de anos de tratamentos convencionais sem encontrar alívio real, e o que faltava não era esperança — era critério clínico para avaliar quando e como intervir de forma diferente. No Instituto, conduz o protocolo de infusão de ketamina assistida, com avaliação médica individualizada para cada paciente, leitura completa do histórico clínico e decisão compartilhada sobre indicação. Atende presencialmente em Uberlândia e oferece teleconsulta para acompanhamento, sempre com retorno presencial nas etapas de infusão.

Critério clínico é o que separa a esperança da indicação. O Instituto Anchor existe para oferecer o segundo.

Como atende

A avaliação é presencial em Uberlândia ou online, com tempo para escuta antes de qualquer proposta de protocolo. Não trabalha com fórmula pronta — cada caso passa por análise individualizada do histórico, tratamentos anteriores e contexto clínico. Quando a infusão é indicada, o paciente sabe exatamente por quê, o que esperar e quais são os limites do procedimento.

Dr. Rodrigo Alves

Dr. Rodrigo Alves

CRM-MG 42504 | RQE 34151 · ANESTESIOLOGISTA

Médico anestesiologista, Dr. Rodrigo Alves integra a equipe responsável pelo suporte anestésico durante o protocolo de infusão. Sua atuação no Instituto Anchor parte de uma convicção pessoal: ética médica não é cláusula de rodapé, é a estrutura do que sustenta um tratamento sério. Acompanha cada infusão com monitoramento completo dos parâmetros do paciente e responde clinicamente por tudo que acontece da sedação à recuperação. Atua presencialmente em Uberlândia, em colaboração direta com a equipe de psiquiatria.

Ética médica é a base de qualquer tratamento. Não é promessa, é prática.

Como atende

A presença é constante durante toda a infusão. Cada paciente é avaliado quanto ao perfil anestésico antes do procedimento, e o protocolo é ajustado quando o histórico clínico exige. O compromisso é simples: nenhuma infusão começa sem o que precisa estar verificado.

Dr. Lucas Gonçalves

Dr. Lucas Gonçalves

CRM-MG 71359 | RQE 59692 · ANESTESIOLOGISTA

Médico anestesiologista, Dr. Lucas Gonçalves atua no Instituto Anchor com foco em segurança anestésica do procedimento de infusão de ketamina assistida. Sua prática parte de uma convicção clínica: em psiquiatria intervencionista, a infusão só faz sentido sob monitoramento rigoroso, com avaliação prévia individualizada e protocolo de sedação documentado. Conduz acompanhamento contínuo dos parâmetros vitais durante toda a infusão, em colaboração direta com a equipe de psiquiatria e com o suporte da equipe de enfermagem.

Segurança anestésica é inegociável. Cada infusão é monitorada do começo ao fim.

Como atende

A segurança anestésica é tratada como inegociável. Cada paciente passa por avaliação prévia ao procedimento, e o monitoramento durante a infusão é contínuo, sem exceção. Quando o histórico do paciente exige ajuste no protocolo, o ajuste é feito — não há sedação padronizada.

Viviane Silva Pires

Viviane Silva Pires

CRP04/29982 · PSICÓLOGA CLÍNICA

Psicóloga clínica integrante da equipe do Instituto Anchor, Viviane Silva Pires atua no acompanhamento psicológico que sustenta o protocolo de infusão de ketamina assistida. Sua presença é parte do critério clínico do Instituto: a infusão é um procedimento médico, mas o tratamento de transtornos psiquiátricos graves exige acompanhamento contínuo, escuta e elaboração — e isso é trabalho de psicologia. Conduz sessões individuais antes, durante o protocolo e na fase de continuidade, com leitura do contexto emocional do paciente e diálogo permanente com a equipe médica.

Infusão é procedimento médico. Tratamento é processo — e processo precisa de escuta.

Como atende

O acompanhamento começa antes da primeira infusão, com tempo para escuta do que trouxe o paciente até aqui. Durante o protocolo, mantém presença próxima — não substitui o trabalho médico, mas garante que o que aparece nas sessões dialoga com o que a equipe clínica decide. A continuidade é construída com o paciente, não imposta.

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